Conheça os maiores fenômenos do Tênis de Mesa

Há alguns nomes que são muito curiosos no tênis de mesa mundial e nacional. Por aqui, você vai se lembrar dos Hugos. Mas, talvez não conheça algumas lendas asiáticas. E tem até mesmo um sueco que colecionou medalhas de ouro durante a década de 90. 

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Sabendo disso, nós fomos atrás de fenômenos do tênis de mesa que merecem, por um motivo ou outro, ser lembrados aqui. Inclusive, vamos nos lembrar também de nomes brasileiros, que estão marcando presença nos jogos internacionais, como o que vai acontecer em Tóquio. 

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Foto: (reprodução/internet)

Zhang Jike

O primeiro nome que vamos trazer aqui não é brasileiro e sim chinês. Porém, a história dele tem uma relação direta com o Brasil. Assim, Zhang é herdeiro de uma família que também praticou o tênis de mesa. Logo, se tornou um medalhista olímpico.

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Foto: (reprodução/internet)

A curiosidade está no nome, que foi uma homenagem ao Zico. Ele conta que o pai queria que ele fosse jogador de futebol e como era um grande fã do Zico, pensou no nome de Jike. E você pode achar que não tem relação, mas tem sim.

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Isso porque Zhang explica que Jike é uma tentativa de se aproximar da pronúncia de Zico em mandarim, que é a língua oficial dos chineses. Zhang era o número 1 do mundo, no ranking dos mesa-tenistas no ano de 2012.

Tomokazu Harimoto

Pelo nome, você também deve saber que não estamos falando de um brasileiro, certo? É que por enquanto estamos citando aqui alguns fenômenos internacionais e esse japonês é um deles. O motivo é que quando tinha 15 anos já estava em 8º do ranking mundial!

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Foto: (reprodução/internet)

Por isso, ele acabou se tornando o grande nome da geração japonesa do tênis de mesa. Para a imprensa de lá, ele é um menino marrento, com temperamento forte e que, inclusive, grita nos jogos. Ou seja, é algo bem raro de se ver em se tratando de um japonês, não é?

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Aliás, aos 12 anos ele venceu Hugo Calderano, um dos principais nomes que temos aqui no Brasil. Além do mais, chegou a vencer também o campeão olímpico Ma Long. 

Fan Zhendong

Mais um chinês que temos aqui é o Fan. E você quer saber por que ele está aqui né? Então, saiba que ele é atualmente o 1º do ranking mundial. O mais incrível é que ele tem somente 23 anos de idade. O seu patrocínio é um dos mais caros, da Stiga.

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Foto: (reprodução/internet)

Entre as principais conquistas, o chinês tem ouros em mundiais e no Pro Tour ITTF (Federação Internacional do Tênis de Mesa). 

E já que falamos que ele é atual primeiro colocado do mundo, considere que os 4 primeiros são chineses. Além do Fan, temos o XU Xin, o Ma Long e o Lin Gaoyuan. Depois, vem o Japão, com Harimoto Tomokazu. Na 6ª posição, o nosso precioso Calderano, que será lembrado na continuação deste artigo.

Jan-Ove Waldner

Sinceramente, não dá para falar do tênis de mesa sem citar esse cara aqui. Ele é sueco e foi campeão de várias competições. Mas, são muitas de verdade. Vamos mencionar aqui apenas as de ouro para você entender do que estamos falando. 

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Foto: (reprodução/internet)

As conquistas de ouro foram: 

  • Jogos Olímpicos (1992);
  • 6 campeonatos mundiais;
  • Copa do Mundo de 1990;
  • 11 campeonatos europeus. 

Ah, sem falar dos Top 12 Europeus, onde ele tem mais 7 medalhas douradinhas. Isso porque nem mencionamos aqui as de prata e bronze, ok?

Ele começou a praticar o esporte aos 6 anos de idade e as suas últimas competições aconteceram em 2006, quando então optou por se aposentar da seleção sueca. Depois disso, sabe o que o mesatenistas fez? Montou um restaurante chamado de W Bar, em Pequim.  

Timo Boll

A gente trouxe o Timo aqui por uma razão: com exceção dos países asiáticos e do Brasil, além da Suécia que já citamos acima, a Alemanha é o primeiro país europeu que aparece na lista dos mais bem colocados do ranking mundial. E ela é representada por Timo. 

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Foto: (reprodução/internet)

A primeira curiosidade é que é um dos mesatenistas mais velhos das primeiras posições do ranking, com 39 anos. E não ganhou ouro nos Jogos Olímpicos, mas ficou com a prata e o bronze. Inclusive, nos jogos do Rio, com a 3ª posição por equipes. 

A próxima curiosidade é que ele esteve em 1º lugar no ranking mundial em 2006. Por fim, saiba que foi o porta-bandeiras do seu país durante os jogos de 2016.

Biriba

Um erro grotesco seria o de citar os fenômenos brasileiros no tênis de mesa e não nos lembrarmos do primeiro grande nome que tivemos por aqui. E esse nome é Biriba. Ele é um paulistano notável por vencer nomes como Toshiaki Tanaka e Ichiro Ogimura.

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Foto: (reprodução/internet)

Ao todo, a soma passa dos 400 troféus e das 300 medalhas. O primeiro título veio aos 8 anos, quando ele venceu um campeonato em duplas, com o irmão, Ubirajara. Aos 11, venceu o campeonato brasileiro adulto por equipe e por duplas. Aos 13, campeão sul-americano.

Agora, a curiosidade que você não vai acreditar: ele abandonou a carreira aos 21 anos de idade. Ao menos, a outra curiosidade é positiva: em 2020 saiu um livro contando sobre um pouco dessa lenda do esporte. 

Hugo Calderano

E já que falamos dele acima, vamos dizer porque o Hugo é um dos nossos mais queridos atletas do tênis de mesa. Aliás, querido não, ele é um fenômeno mesmo. Foi bicampeão do pan-americano de 2019 e na época ficou em 6ª colocação no ranking mundial do esporte. 

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Foto: (reprodução/internet)

O resultado disso é que esse é um dos principais nomes do Brasil para trazer uma medalha dos jogos olímpicos de 2020, que vai acontecer em 2021 devido à pandemia e o adiamento do evento esportivo mundial. 

Sobre o Calderano, ele ficou famoso mesmo após derrotar o ídolo brasileiro Hugo Hoyama, que é considerado o melhor mesatenista brasileiro até o momento. O Calderano, hoje, defende a equipe de Ochsenhausen, da primeira liga da Bundesliga, na Alemanha. 

Hugo Hoyama

E já que é para falar sobre os Hugos, o próximo da lista é o Hoyama. Com certeza, ao ligar o assunto do tênis de mesa com o Brasil, você vai se lembrar desse nome. Atualmente, pertencente ao Palmeiras, esse Hugo aqui é o maior atleta do esporte no país. 

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Foto: (reprodução/internet)

E o motivo se prova pelas medalhas, obviamente. Só em jogos Pan-Americanos, ele tem 10 ouros, 1 prata e mais 4 bronzes. No entanto, não tem medalhas em jogos olímpicos. Inclusive, ele venceu o campeão mundial Jorgen Persson, em 1996, mas não chegou nem na final.

O seu primeiro título brasileiro se deu em 1980, ainda na categoria infantil. Como adulto, ele venceu várias vezes, variando entre 1992 e 2006. Já o seu último título de peso foi em 2001, sendo o ouro dos jogos de Guadalajara. 

Gui Lin

E esse caso aqui é um dos mais curiosos porque o Lin é chinês que foi radicado no Brasil. Assim, em 2012 se naturalizou e a partir disso ganhou medalhas para o nosso país.

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Foto: (reprodução/internet)

Em Toronto, no Canadá, no ano de 2015 foram duas pratas, no individual e por equipe. Outra coisa é que ele foi o 1º colocado em duplas no Aberto de Veneza em 2011 e, curiosamente, o seu técnico é o Hugo Hoyama, que citamos acima. 

Gustavo Tsuboi

Mais um nome brasileiro no tênis de mesa é do Gustavo. Curiosamente, ele é um dos mesatenistas mais atuais do Brasil a ser conhecido. O motivo talvez seja o número de medalhas, também: são 4 ouros e 2 pratos em Pan-Americanos. 

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Foto: (reprodução/internet)

A sua história de sucesso começou em 2002, quando ele ganhou uma etapa do Circuito Mundial Júnior, no Peru. O último título foi um ouro em Lima, em 2019, em dupla. 

Caroline Kumahara

Começando a lista das brasileiras, vamos falar da Carol Kumahara. Ela é paulistana e tem uma medalha de prata e outra de bronze em jogos Pan-Americanos. As duas vieram em 2015. Ela também participou dos jogos de 2011, mas sem medalhas. 

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Foto: (reprodução/internet)

Filhas de japoneses, ela é considerada a campeã latino-americana do aberto da Argentina. Foi assim que se transformou em uma promessa para o Pan de 2011 e, mais tarde, para as Olímpiadas de 2016, no Rio. 

Bruna Takahashi

A Bruna é mais uma das brasileiras de sucesso no tênis de mesa. A sua maior história até aqui aconteceu em 2018, quando ela entrou em ação durante os Jogos da Juventude. Hoje, é uma mesatenista olímpica, que começou a sua vida no esporte no clube japonês em São Paulo.

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Foto: (reprodução/internet)

Para o Comitê Olímpico Brasileiro, ela é a atleta mais jovem que participou do Time Brasil nos Jogos do Rio, em 2016. Na época, com 15 anos. Só que a sua história mais marcante aconteceu em 2019, nos jogos Pan-Americanos do Peru, em Lima, onde ela venceu 4 medalhas. 

Mas, em se tratando de olimpíadas, a sua única participação até aqui, no Rio, rendeu uma 9ª posição em equipe. 

Bruna Costa Alexandre

E a Bruna é a nossa atleta paraolímpica mais conhecida do tênis de mesa. Ela ganhou 2 medalhas de bronze no Rio 2016, em classes diferentes. 

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Foto: (reprodução/internet)

O que esperar para os próximos Jogos Olímpicos?

Como deu para notar, a gente tem ótimas referências dentro do tênis de mesa. Logo, há uma expectativa muito grande para novas medalhas durante os jogos olímpicos que vai acontecer em Tóquio. 

Por outro lado, o Brasil nem sempre traz as medalhas. E você, o que espera?