Conheça os 18 jogadores que possuem projetos sociais

Nessa primeira parte do artigo, a gente vai citar alguns atletas que tem suas próprias fundações e institutos, que quase sempre recebem o nome dos seus “padrinhos”. A ideia é usar a entidade para destinar recursos para fins sociais ou educacionais ou esportivos. Afinal, existem atletas milionários que se sentem no dever de contribuir de alguma forma para a vida das pessoas que precisam de um auxílio. 

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O importante é notar que esses atletas acabam dando apoio para que novos astros do esporte surjam, mesmo que eles não possuam, em um primeiro instante, as melhores condições para isso. Atualmente, vários brasileiros possuem projetos sociais nesse sentido. 

 

É comum ver atletas ajudando instituições de caridade ou terem sua própria instituição, como é o caso do Neymar. Por outro lado, alguns atletas não divulgam tanto as doações que fazem, preferindo manter sigilo em suas ações. De qualquer forma, não deixam de ajudar também.

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Foto: (reprodução/internet)

Saiba quem são esses atletas

1 – Sadio Mané (Senegal)

 

A gente poderia começar com qualquer outro exemplo. Mas o Mané, que jogou com a 10 do Liverpool, na Inglaterra, é o nosso topo da lista. Olha só o que ele disse recentemente: “para que eu quero 10 Ferraris, 20 relógios com diamantes e 2 aviões? O que isso faria pelo mundo”?

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Foto: (reprodução/internet)

E ele completou dizendo que “Eu passei fome, trabalhei no campo, joguei descalço e não fui ao colégio”. A declaração veio após ele ser citado como um jogador que faz a diferença por onde passa. “Prefiro construir escolas e dar comida ou roupas às pessoas pobres”. 

 

O astro dispensa viver uma vida baseada em ostentação, e mostra interesse em ajudar as pessoas do seu país. Mané é senegalês, tendo sido considerado o melhor do mundo com voto do jogador argentino Lionel Messi. Mané envia a maior parte de seu dinheiro para ajudar a construir estádios e escolas na África. Além de fazer doações de roupas e alimentos.

2 – Gabriel Medina (Brasil)

 

Em sua cidade natal, São Sebastião (SP), Medina inaugurou o Instituto que leva o seu nome. A ideia é fazer uma seleção de atletas, de forma anual, para que recebam treinamento no contraturno da escola. Portanto, trata-se de um espaço que permite o acolhimento dos jovens que têm interesse em serem surfistas profissionais.

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Foto: (reprodução/internet)

O complexo tem piscinas para as aulas de natação, academia, sala médica, refeitório que serve café da manhã e almoço, além das salas de reuniões para possíveis eventos. Ah, e o lugar dá direto para a praia de Maresias. A primeira equipe foi composta por 38 jovens com idade entre 10 e 16 anos, que são orientados pela mesma equipe que cuida do atleta durante as competições.

 

A família Medina investiu R$ 3,5 milhões em um espaço de 336 metros quadrados, além de uma área de tecnologia. O instituto também tem academia para preparar os atletas fisicamente e uma área reservada para atendimento médico.

3 – LeBron James (Estados Unidos)

Dentro da NBA, que é a principal liga de basquete do mundo, tem o jogador o LeBron James. Além de ser um dos atletas mais famosos na atualidade, ele participa de projetos sociais. Um exemplo disso é que inaugurou uma escola em Akron, em Ohio, chamada de “I Promise School”. 

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Foto: (reprodução/internet)

O colégio atende 240 jovens e crianças carentes da região natal do atleta. “Como uma criança de Akron, eu me lembro de andar por essas ruas. Quando me perguntam porque estou fazendo isso, minha resposta é: eu sei o que essas crianças passam, dos problemas e desafios”. 

O atleta chegou a prometer que iria pagar a faculdade dos jovens que terminassem seu programa social. Até então, a iniciativa possui mais de 1000 adolescentes. O “I Promisse” tem o objetivo de motivar os jovens que estão entre o sétimo e terceiro ano a se dedicarem aos estudos. Para Lebron, esse foi o melhor projeto que já se envolveu.

4 – Serena Williams (Estados Unidos)

Serena Williams é um dos nomes mais fortes do tênis feminino. A norte-americana é considerada uma das melhores tenistas de todos os tempos. Atualmente, ela é a número 9 do ranking mundial, conforme a Associação Feminina de Tênis. É um referencial para jovens que estão iniciando a carreira no esporte, principalmente para as mulheres. 

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Foto: (reprodução/internet)

Ela sempre foi um símbolo do ativismo ao compartilhar suas vitórias com as pessoas carentes do mundo todo. Para isso, ela fundou a Serena Williams Foundation, que oferece apoios financeiros e de outras áreas para pessoas que sofreram com desastres naturais, por exemplo.

A atleta também ajudou a construir uma escola na Jamaica. Segundo Serena, a iniciativa veio da necessidade que as crianças desse país tem de apoio na educação. Após se aposentar do tênis, Williams passou a se dedicar a projeto sociais. Além disso, já participou de campanhas para apoiar mulheres que sofrem de abuso financeiros de seus parceiros.

5 – Lionel Messi (Argentina)

O melhor jogador de futebol do mundo de todos os tempos também tem a sua colaboração para o mundo. Através da fundação que leva o seu nome, Messi contribui para o atendimento de crianças carentes. Essa é uma organização sem fins lucrativos que existe desde 2007. O foco está nas crianças e nos adolescentes em situação de risco. 

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Foto: (reprodução/internet)

Messi leva a Fundação para vários países da América e foi destaque no auxílio de tratamento da doença de chagas. Além disso, participa de ações humanitárias no Senegal e no Catar, defendendo causas. O craque ainda foi considerado essencial para o projeto de maior hospital de câncer infantil na Europa.

Ainda, a fundação de Messi fez parceria com a fundação do Barcelona para doar quase 11,5 milhões de reais que faltavam para a construção do hospital Sant Joan de Déu. Impressionante né? Por outro lado, a fundação do argentino já foi acusada de servir para lavagem de dinheiro.

6 – Neymar Jr. (Brasil)

O jogador de futebol mais famoso do mundo – ou pelo menos, o que tem mais seguidores no Instagram – também tem projetos sociais. Inclusive, ele criou o Instituto Neymar Jr., que é dedicado às causas sociais. Hoje, atende 2.400 crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos.

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Foto: (reprodução/internet)

O Instituto nada mais é do que um complexo voltado para a prática de esporte e também da educação, que fica no Jardim Glória, na Praia Grande. Afinal, lá é o lugar da infância do Ney, onde ele e os pais moraram por muitos anos, durante a época da base e do Santos. O local também oferece, sem cobrar nada, atividades esportivas e educacionais.

Além de dar suporte no atendimento voltado à saúde e à cultura. Acredita-se que o instituto recebe cerca de 10 mil pessoas por mês, as quais são beneficiadas e devidamente assistidas. Umf ato interessante é que mesmo fechado devido à pandemia, Neymar continuou mantendo o espaço somente com seus recursos financeiros.

7 – Cristiano Ronaldo (Portugal)

Cristiano Ronaldo não poderia ficar de fora da lista, não é mesmo? O português que mais vezes foi o melhor do mundo se tornou embaixador da ONG Save The Children em 2013. Desde esse ano, ele ajuda no combate à fome e a obesidade infantil no mundo, incentivando crianças e jovens através das atividades físicas. 

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Foto: (reprodução/internet)

Veja o que ele disse quando foi convocado para ser o embaixador: “Quando soube que uma em cada 7 crianças no mundo vai para a cama com fome todas as noites, não duvidei em me envolver”, afirmou a estrela.

Inclusive, Cristiano Ronaldo é tido como o atleta que mais participa de projetos sociais. Além de doações para instituições, o craque doou US$ 83 mil a uma fã que precisava passar por uma cirurgia no cérebro, mas não tinha condições de pagar. Também, doou mais de US$ 160 mil para um hospital de câncer em Portugal, seu país natal. 

8 – Didier Drogba (Costa e Marfim)

The Didier Drogba Foundation é o nome da fundação do maior jogador marfinense de todos os tempos. Ele é focado no atendimento de crianças carentes, onde ele incentiva a prática esportiva e auxilia no combate à pobreza e à doença. Prova da sua forte atuação com projetos sociais é que o atleta se tornou embaixador do esporte e saúde na OMS.

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Foto: (reprodução/internet)

Para se ter uma ideia, Drogba vai além dessa Fundação e anualmente ajuda de outras formas. Para se ter ideia, em 2015, através desse projeto, ele conseguiu contribuir para a construção de um hospital na cidade de Abidjan, que é a maior do seu país de origem. 

Além de doações às pessoas carentes, o astro tem um papel importante na promoção da paz em seu país, situado na África. Drogba fez o feito de parar uma guerra na Costa do Marfim, que já tinha ceifado mais de 4 mil pessoas, após discurso certeiro de somente 76 segundos. 

Os projetos sociais dos ex-jogadores atuais

Agora nessa parte final do artigo, a gente vai falar sobre os projetos com fins sociais que são de jogadores que já não se dedicam mais ao esporte. Ou, pelo menos, não como atletas e apenas como comentaristas, conselheiros e outras profissões. Inclusive, alguns são bastante famosos até hoje. 

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Foto: (reprodução/internet)

Também, é muito comum que atletas se aposentem e passem a dar aulas para jovens que desejam se tornar profissionais do esporte. Dificilmente alguém que já foi atleta sai desse ramo, pelo contrário, continuam envolvidos de alguma forma, ainda que seja fora dos holofotes. 

A lista é bem interessante e mostra que há pessoas que vieram da comunidade e são muito engajadas com as causas sociais do país e do mundo. Inclusive, alguns desses ex-jogadores se dedicam por tempo integral aos projetos que criaram e impactam positivamente a sociedade com seus novos projetos. Continue lendo para saber quais são esses nomes. 

9 – Ronaldo Fenômeno (Brasil)

O nosso Ronaldinho, ou R9, é um dos mais conhecidos no mundo. Primeiro, porque já foi o melhor do mundo, artilheiro de Copa e brilhou em clubes internacionais. Agora, brilha pelo seu lado empresário. Mas o que pouca gente sabe é que ele também se dedica as causas sociais.

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Foto: (reprodução/internet)

Através da Fundação Criando Fenômenos, ele mantém uma organização sem fins lucrativos, que nasceu em 2012. A ideia é melhorar a qualidade de vida de pessoas da periferia de São Paulo, além de descobrir novos talentos. Os jovens ainda têm a chance de assinarem contratos fora do país, em lugares como Europa e Estados Unidos. 

Então, o projeto de Fenômeno é focado no esporte e na sustentabilidade. Apesar das polêmicas do craque durante seu tempo em campo, o ex-atleta também era conhecido por seus projetos sociais. Sem contar que virou um empresário bem sucedido, comprando inclusive clubes de futebol no Brasil. 

10 – Rivaldo (Brasil)

Outro “R” do Brasil, campeão de copa do mundo, é o Rivaldo. O ex-atleta foi tido como um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. Ele, que já atuou pelo Barcelona da Espanha, tem o Instituto Rivaldo 10, onde cria ações sociais no Brasil e também na Angola. Isso porque foi lá que ele jogou durante 2012 após a última passagem pelo futebol nacional. 

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Foto: (reprodução/internet)

As ações do Instituto são voltadas para as crianças que estão em condições de vulnerabilidade social, tendo o foco em ações educativas e esportivas também. Isso inclui uma ONG criada pelo ex-jogador, com movimentos na Angola e no Brasil. O instituto possibilita que pessoas possam se voluntariar para participar das ações. 

Depois da carreira dentro de campo, Rivaldo passou a leiloar seus pertences relacionados ao esporte. O dinheiro desses leilões são voltados também para seus projetos sociais. É uma forma de arrecadar fundos para o projeto.  

11 – Flávio Canto (Brasil)

Um dos judocas mais importantes do Brasil, Flávio Canto, é medalhista olímpico e promove o seu papel social através do Instituto Reação. A ideia é transformar a vida de jovens brasileiros através do esporte, especialmente, do judô.

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Foto: (reprodução/internet)

Até hoje, ele já atingiu mais de 1.500 crianças em todo o país. Ela fica focada no Rio de Janeiro, inclusive, na comunidade da Rocinha. A equipe tem voluntários e o projeto atende pessoas de 4 até 29 anos. Flávio decidiu se dedicar as causas sociais depois de não conseguir vaga nos Jogos Olímpicos em Sydney. 

Com isso, se afastou dos tatames como atleta e passou a focar nos projetos para ajudar à comunidade brasileira. Um fato interessante é que a judoca Rafaela Lopes, medalhista olímpica, foi descoberta na ONG de Flávio. Hoje o ex-atleta é apresentador do Corujão Esporte, programa da Rede Globo, e do Sensei Combate, atração do Sportv. 

12 – Gustavo Kuerten (Brasil)

O Instituto Guga Kuerten existe desde 2000 e é do maior tenista brasileiro de todos tempos. Ele tem a missão de transformar a vida das crianças, através da inclusão. Por isso, também é focado nas crianças com deficiência. É uma das instituições com mais atuação no Brasil.

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Foto: (reprodução/internet)

Isso tudo acontece por meio de atividades esportivas e culturais. No entanto, o projeto está recebendo menos crianças devido as dificuldades financeiras e escassez de recursos. Assim sendo, o número de jovens atendidos é de 200 na atualidade sendo que já atendeu quase 1000 crianças.  

Ainda, Cafu foi padrinho do Projeto Driblando o Câncer, em 2019. O ex-jogador revelou que decidiu abraçar a causa rapidamente, pois perder seus pais para a doença. Esse projeto não recebeu apenas Cafu, mas outros jogadores e ex-jogadores também. A título de curiosidade, o ex-capitão é embaixador da Copa do Catar.

14 – Raí (Brasil)

O Raí, ex-jogador do São Paulo e da Seleção e do PSG, lançou em 1998 o Fundação Gol de Letra. Primeiro, focado na Vila Albertina em São Paulo e depois no Caju, Rio de Janeiro. A fundação atende jovens, crianças e adolescentes com práticas educacionais e de assistência social. O projeto foi criado pelo ex-jogador e por Leonardo, seu ex-colega do São Paulo.

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Foto: (reprodução/internet)

Ao todo, são mais de 20 mil atendidos desde o início do projeto. Atualmente, são pouco menos do que 4 mil atendidos. Ele faz isso através de 13 projetos de disseminação, que deve chegar também em outros países, como em Guiné Bissau. 

Após se aposentar, Raí chegou até se tornar executivo do São Paulo, porém se retirou da equipe após Fernando Diniz se demitir do cargo de treinador. Atualmente, a Fundação Gol de Letra tem sido o seu principal projeto. A fundação chegou a ganhar o prêmio de melhor ONG em 2021. 

15 – Michael Jordan (Estados Unidos)

Voltando para fora do país, vamos considerar um dos principais nomes do basquete mundial: Michael Jordan. Jordan é outro nome que não tem Instituto ou Fundação, como Mané, porém, não deixou de fazer o seu papel social. Recentemente, ele inaugurou 2 clinicas médicas para pessoas de baixa renda na Carolina do Norte, EUA. 

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Foto: (reprodução/internet)

Ambas necessitaram de um investimento de R$ 33 milhões. Já em setembro de 2019, ele havia doado US$ 1 milhão para ajudar as vítimas do furacão Dorian, nas Bahamas. Outra benfeitoria do astro foi doar R$ 5,2 milhões para financiar bolsas de estudo para alunos negros nas universidades norte-americanas. 

A Morehouse College é uma instituição de ensino conhecida pela tradição em promover educação para alunos negros. Foi de lá que saíram dois grandes artistas como Samuel L. Jackson, ator famoso por Matrix e Spike Lee. A doação foi vista como uma forma de incentivar a igualdade e equilíbrio entre a comunidade afro-americana.

16 – Edmilson (Brasil)

O Edmilson é aquele zagueiro que fez um único gol pela Seleção, só que de “bicicleta”. Ele jogou ainda por clubes como Barcelona e Lyon. Em 2005 lançou a Fundação Edmilson em Taquaritinga, no interior de São Paulo, local em que o ex-atleta nasceu. O projeto atende 1.100 crianças de 5 a 17 anos das comunidades carentes no contra turno da escola.

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A entidade também atua na Zona Sul de São Paulo e em Carapicuíba, no mesmo estado. Além do futebol, os jovens participam de atividades esportivas gerais como vôlei, futebol, basquete, balé e até mesmo teatro, aulas de canto, informática e leitura. 

Após a aposentadoria, Edmilson chegou a ser apresentador, vice-presidente do Grêmio Barueri e comentarias de futebol. Uma das últimas iniciativas interessantes da instituição foi investir na migração para sistema de energia solar. Segundo Edmilson, essa ação irá auxiliar a continuar os trabalhos na fundação. 

17 – Jorginho (Brasil)

O Instituto Bola pra Frente é do Jorginho, um ex-jogador da Seleção Brasileira que passou por grandes clubes do Brasil, da Alemanha e do Japão. No ano de 2000, ele criou no Complexo do Muquiço, no Rio de Janeiro, o seu Instituto.

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Foto: (reprodução/internet)

Assim, ele impacta mais de 400 crianças entre 6 e 17 anos, desde que estejam matriculados na escola. Os alunos podem passar 3 horas por dia no Instituto e em 3 dias da semana para praticar atividades como futebol, basquete, hóquei e até mesmo o rugby. Para o instituto, o ensino do esporte e da cultura é fundamental para o desenvolvimento das crianças.

Para as pessoas que têm interesse em contribuir para o projeto social, é possível utilizar os impostos para investir na causa. Segundo Jorginho, aproximadamente 10 mil crianças e jovens tiveram acesso a cursos profissionalizantes, além de ter participado de aulas de história, matemática, português e de outras matérias comuns.

18 – Pelé (Brasil)

O Rei Pelé também tem a sua participação em projetos sociais. Um deles é o papel de embaixador do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que foi criado em 2005 e desenvolve pesquisas na área básica e clínica de doenças complexas da infância. 

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A criação do Instituto se deu por conta do apoio do ex-jogador. Além disso, o Pelé também é embaixador de várias ONGs no mundo todo. Outro projeto que o ex-atleta se envolveu foi o Human IPO, em que a captação de dinheiro é destinada para o The Pelé Foundation, outra organização sem fins lucrativos do craque. 

A instituição tem grande relevância nos projetos sociais, pois possui ligação com outras ONGs ao redor do mundo. O principal foco é erradicar a pobreza e possibilitar o acesso à educação para as crianças carentes. Pelé é um dos poucos ex-jogadores de futebol que se manteve sob os holofotes. 

Em Memória – Diego Maradona (Argentina)

O ex-atacante da Argentina, que faleceu em 2020, Diego Maradona, foi o diretor-geral da América Latina da organização chamada “Football for Unity”. E essa função foi oferecida por ninguém menos do que a rainha Elizabeth II, da Inglaterra, no ano de 2015.

Na ocasião, Maradona, um dos maiores jogadores de todos os tempos chegou a dizer que os meninos da América Latina seriam bem tratados. Para quem não sabe, Maradona era o principal rival de Pelé. Era motivo de briga perguntar quem era o melhor jogador do mundo. De qualquer modo, Pelé chegou a dizer que o ex-colega de esporte era incomparável.

Não tem como negar a importância do argentino para o futebol mundial. Milhares de fãs se inspiram no craque. Prova disso é que uma fundação foi inaugurada no Brasil em homenagem ao astro, o Projeto Maradona Brasileiro. O intuito é incluir jovens carentes no esporte.