Olimpíadas de 2020 – 5 motivos para acreditar que o Brasil vai bater o recorde de pódios

Você acredita que só restam 9 meses para as Olimpíadas de Tóquio? Acredite, o tempo está voando e o Comitê Olímpico do Brasil (COB), ainda não divulgou nenhuma meta de medalhas para os jogos. Mas, analisando os resultados dos últimos anos, é possível que o Brasil supere o número de conquistas na Rio 2016. 

O Brasil conquistou 19 medalhas, um recorde histórico. E dentre as dezenove, foram 7 ouros obtidos. Será que em 2020, iremos ultrapassar esse recorde? Esperamos que sim. 

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Foto: (reprodução/internet)

Vamos te mostrar cinco motivos que nos fazem acreditar que em 2020 as 19 medalhas serão ultrapassadas. 

Novos Esportes na Olimpíada de 2020

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Foram adicionadas mais 5 modalidades que não estavam no programa olímpico do Rio 2016, e estarão em Tóquio 2020, como: Beisebol/Softbol, Escalada, Caratê, Surfe e Skate. Pode ser que no Beisebol e na Escalada o Brasil não tenha tantas chances assim, mas no Surfe e no Skate o Brasil está entre os três melhores do mundo. Já no caratê, temos duas possibilidades de pódio. Mas, como todo bom e velho brasileiro, “nós não desistimos nunca”!

Além dessas modalidades, em 2020, a estreia da prova por equipes do Judô e Canoa temos dois Brasileiros que foram bronze, Ana Sátila no Mundial de 2017 e a equipe do Brasil que ganhou a medalha neste ano de 2019.

Já no Surfe, o Brasil terá ótimas chances de pódio no masculino e chegará cotado para medalha no feminino, no skate que também é uma grande novidade para as Olimpíadas, teremos 12 atletas do País, todos com chances de pódio. Fica esperto, porque pode rolar dobradinha, ou quem sabe, até três nomes brasileiros no mesmo pódio. 

A ideia, é que os novos esportes e provas, garantam ao Brasil entre 5 e 7 medalhas no pódio. 

Força Feminina

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No Rio 2016, as mulheres foram responsáveis por apenas 6 das 19 medalhas do Brasil, ou seja, 31%. Na história das Olimpíadas, 29 dos 129 pódios conquistados, 22% das conquistas são femininas.

Para Tóquio 2020, o número projetado é de dez, e seria mais um recorde, isso se estabeleceria pela inclusão de novos esportes, e melhorias de alguns nomes das modalidades já presentes. Aumento de 66%.

Guarde esses nomes, que devem brilhar em 2020: Ágatha/Duda e Ana Patrícia/Rebecca (vôlei de praia), Ana Marcela (águas abertas), Beatriz Ferreira (boxe), Ana Sátila (canoagem), Rebeca Andrade(ginástica), Martine/Kahena(vela), Leticia Bufoni, Rayssa Leal e Pamela Rosa (skate), Silvana Lima (skate), Rafaela Silva e Mayra Aguiar (judô).

Atuação do COP

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A algum tempo, o Comité Olímpico do Brasil, assumiu o comando nos últimos anos, o que melhorou o nível nos esportes. Infelizmente, por conta da incompetência dos dirigentes, algumas Confederações, como a de esportes aquáticos e taekwondo, perderam o direito de receber verbas públicas. Assim, coube ao COB assumir as viagens e a organização dos investimentos.

Poderia render muitos frutos a mais, mas alguns esportes ainda seguem sem muita força por aqui, mas é nítido que algumas modalidades subiram o patamar por aqui, após a intervenção.

Em alguns casos, não há intervenção, mas, sim um investimento direto do COB. Sendo investidos em, contratação de técnicos estrangeiros, pagamento de viagens, equipamentos para planejamento de determinados atletas.

Várias modalidades Postulantes

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Restando menos de um ano para a Olimpíada, podemos dizer que o Brasil tem grandes chances de garantir medalhas em pelo 23 esportes. O número é maior que o da olimpíada do Rio de Janeiro, lembrando que isso se dá após a inclusão de novos esportes para Tóquio 2020. 

Existem modalidades em que o Brasil já se garante como o favorito em pelo menos uma medalha, que são: atletismo, boxe, canoagem, ginástica, judô, natação (águas abertas incluso), taekwondo, vela, vôlei, vôlei de praia, surfe e skate.

Em outros esportes a chance é considerável de pódio, como no ciclismo, esgrima, futebol, hipismo, luta, levantamento de peso, caratê, tênis e tênis de mesa. Não podemos descartar a chance de ganhar alguma medalha no Tiro com Arco e Handebol, chegando ao total de 23 possíveis chances de premiação.

Somos privilegiados em termos de chances de pódio. Tendo um leque brasileiro maior, que Itália e Coréia, por exemplo.

Sem pressão aos atletas

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Para as Olimpíadas do Rio 2016, o COB estipulou uma meta ousada de estar no top 10 do quadro de medalhas, o que levou os atletas a se sentirem pressionados nos jogos. Sem tirar o peso de estar competindo em casa.

Para as Olimpíadas de Tóquio, não há metas. E no Pan de Lima, podemos observar que essa leveza foi benéfica para os atletas, que sem pressão, obtiveram resultados ainda melhores que os esperados.